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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Praticas que podem salvar seu casamento - O Toque

Uma prática simples que pode salvar um relacionamento.

- Sua mão tocando a minha. É assim que as galáxias colidem. "~ Sanober Khan



"Nós nos separamos."

Quando era criança, me perguntava o que os adultos queriam dizer com isso. Queria entender o que acontecia com o amor que fora prometido... o que acontecia com aquelas pessoas depois que o amor acabava ... minha imaginação não conseguia entender o amor acabando.

"Para onde foi?" Me perguntei.

Eu era jovem então tinha noções românticas sobre o amor e acreditava que se poderia lutar pelo amor. (Sim, talvez eu ainda tenha essas noções.)

Claro, que agora entendo como isso acontece. Não é o próprio amor que acaba ou morre somos nós que nos perdemos um do outro. 

Nenhuma história de amor é perfeita.

As relações são cíclicas haverá momentos de profunda conexão e outras em que acabamos nos afastando um do outro; É perfeitamente normal e é bom ter discordâncias e visões diferente, não falo aqui de brigas eternas...

Pela minha experiência, muitas vezes percebi que ter intimidade com nosso parceiro é ainda mais importante do que ter aquele amor todo. O amor é uma emoção ou sentimento, enquanto a intimidade é um compromisso constante.

Quando os casais se afastam, geralmente é devido a diminuição sistêmica na intimidade. Por intimidade, quero dizer todas as conexões: emocional, física e espiritual.

Há muitas maneiras de manter a intimidade: pode ser através da comunicação (através da escuta), um vida autentica (e encorajando nosso parceiro a fazer o mesmo), através de gestos conscientes ou através do contato sexual.

Mas digamos que o sexo não está fluindo e foi descartado da agenda. Pode ser devido a uma doença, ou um desequilíbrio hormonal, ou exaustão. Sexo não é a única maneira para se ter intimidade.

Pode ser que um de vocês é muito calmo e conversa nunca foi seu forte!

Talvez sua vida financeira anda muito tensa, e a vida não está fluindo da maneira que vocês esperavam. Você está um pouco deprimido - e o amor parece dar muito trabalho.

Digamos que seu parceiro não é naturalmente romântico. O que podemos fazer para criar intimidade e investir em gestos conscientes de carinho. Pode ser em um momento do dia deslizar a mão pelo seus ombros, ou então deixar a mão em cima de sua perna... são aqueles toques sutis que lembram o outro que estamos conectados. 

Digamos que escutar o outro nunca foi seu forte?

Digamos que nenhum de vocês cozinhe. E estar juntos nos momentos das refeições não é possível para reforçar a intimidade. 

O que resta para manter a relação de conexão e que não exige esforço?

Até pode parecer insignificante, inclusive meio bobo, mas ... é o toque!

Fazem muitos anos que penso sobre o poder do toque. Venho de uma família onde ninguém se tocava praticamente e sei o que é crescer sem carinho. Li muito sobre o destino de crianças que estão para adoção e que não encontraram famílias por longos períodos. Li um artigo sobre orfanatos onde os bebês foram deixados em seus berços sem qualquer toque humano por meses e anos, e basicamente se transformaram em animais assustados, muitas vezes exibindo manifestações físicas dessa falta de contato. Quando jovens eles não confiavam em outros seres humanos. Essas histórias me afetaram muito.

Outra vez li outro artigo sobre como pessoas idosas também sofrem com a falta de toque depois que seus parceiros os deixam. Também vivi por anos em casamento falido em que não nos tocávamos, vi em mim como a falta de toque poderia transformar uma relação estável em algo insuportável. 

Não foi por acaso que comecei a prestar atenção na intimidade entre os casais e na minha relações. Aprendi com a ausência que devo me esforçar e investir com consciência na trocas de carinho e afeto por meio do toque.

Não digo que podemos deixar de lado o investimento em nossa relação sexual, mas quando as coisas no sexo não andam bem, podemos achar o toque como um meio de aproximação. Pode ser aquele abraço gostoso quando estamos deitados na cama. Quando assistimos a um filme e encostamos a cabeça em seu ombro. São pequenos gestos que fazem o casal se conectar. Na medida que vamos retomando a conexão percebemos que é por meio dos toques que podemos encontrar o nosso equilíbrio com nosso parceiro e logo que a pele toca a pele dele o vínculo energético entre ambos se fortalece.

Estudos mostram que o carinho reduz a quantidade de cortisol (um hormônio do estresse) e aumenta as endorfinas (hormônio do bem estar), que também é liberado durante os exercícios, sexo ou compras. 

Sempre gostei da hora de dormir, acho que para mim é a melhor hora do dia; pois é o momento que podemos ficar com a nossa pessoa seja para apenas estar ali do lado lendo um livro... ou então para conversamos sobre algum assunto, ou simplesmente curtir o silêncio a dois. Esta conexão a noite que faz muitos casais sobreviverem a inúmeras tempestades. Não importa o que aconteceu durante o dia, é na hora de deitar que temos a chance para investir em nossa intimidade e conexão re-conhecendo a pessoa que está ao nosso lado.

O afago expressa o nível de intimidade que nem sempre pode ser expresso em palavras. É uma maneira de manter a proximidade que pode substituir os problemas, porque nos braços uns do outro há um porto seguro e uma conexão espiritual. Quando nos abraçamos, nossas auras (campos de energia) se misturam. Estamos conectados em muito mais do que um nível físico.

O toque da pele na pele estimula terminações nervosas e resulta em um sentimento que para muitos é ainda mais satisfatório do que sexo.

É difícil ficar longe de alguém que te aquece com seu calor corporal e que compartilha essa energia.

A intimidade por meio do toque funciona por duas razões uma porque percebemos que o outro está consciente e ainda presente naquele instante. Estamos sendo alvos de atenção e carinho.

Estar presente uns com os outros é a mais alta forma de amor.

Quando estamos presentes, estamos oferecendo mais do que uma emoção, estamos oferecendo um compromisso de permanecer plenamente consciente do ser humano que chamamos nosso amado.

O amor é nutrido pela intimidade. A confiança é construída. Tornamo-nos mais alinhados com outros seres humanos, porque estamos sendo nutridos em nosso relacionamento principal.

E se você é solteira e não há ninguém para cultivar intimidade!

Na verdade, existe sim. Você! Nossa relação com o mundo é tão boa quanto nossa relação com nós mesmos.

O toque ainda é importante - ou ainda mais importante quando estamos por conta própria, e há algumas maneiras de nutrir isso, seja por meio de uma massagem profissional, pelo toque de um amigo ou tocando a si mesma... 

O corpo físico é o ponto de contato mais óbvio que temos com nosso ambiente e outras pessoas. Uma vez que estamos mais conscientes do nosso corpo físico, e porque somos feitos para sermos criaturas sensuais, o toque torna-se vital para o equilíbrio emocional.

Estamos destinados a tocar e ser tocado. Por instinto, uma mãe coloca a mão na testa da criança quando está doente. É um impulso antigo para proporcionar "cura" e uma conexão com o Terceiro Olho, ou glândula pineal que regula os hormônios. Estamos de certa forma programados para encontrar a totalidade através do toque e da conexão.

E se por um motivo não gostarmos que o outro nos encoste por uma questão corporal... ahh estou me sentido gorda... ou seja lá porque motivo for. Pode ser a hora de conversas a respeito... e quem sabe fazer um esforço... 

Aproveite a oportunidade de abordar em conjunto. Se você tiver que, deslizar para a cama quando as luzes estão desligadas não deixe de fazê-lo. E quando o próximo instinto for dizer, "Não me toque aqui." Procure ser delicado, mas permaneça aberto a seus sentimentos e porque você os está sentindo.

Aposto que ele ou ela deseja investir nessa conexão, não importa como. Aposto que eles estão morrendo de vontade de se conectar. Eu aposto que eles precisam ser tocados também.

Também eu estou falando de minha própria experiência, que é tudo o que posso realmente fazer, mas eu adoraria ouvir de você e descobrir o que você pensa sobre o toque e afago e como se relaciona com o amor?

por Martína Mädche, sou escritora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 

Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
Advogada e Profissional de Ajuda.
Contato: martina.madche@gmail.com
Grupo de Apoio do face: Separei e Agora?
Comunidade: Martina.Mädche
Comunidade: Divórcio para Eles
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sábado, 10 de junho de 2017

Como ficar bem sozinha

Como ficar bem sozinho
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, atividades ao ar livre e natureza
Estar solteiro ou sozinho são palavras que evocam sensações diferentes.

Por um lado, evocamos sentimentos de liberdade, aventura, exploração interna, escolhas para nossas vidas e passar o tempo fazendo o que quer que seja, isso torna nossas almas felizes.
Por outro lado, pode evocar sentimentos de isolamento, solidão, medo e insegurança, e de repente podem conjurar um forte sentimento de ausência - de algo que falta em nossas vidas.
Para mim, as palavras "solteira" e "sozinha" costumam conjurar sentimentos de liberdade, escolha e aventura. Na maioria das vezes, sinto-me à vontade com a minha vida. Aprecio profundamente isso, e busco viver de forma harmoniosa e feliz com meus filhos.
Estou tentando criar seres humanos gentis e felizes, e sei que para fazer isso eu preciso ser uma.
Quando a solidão bate na porta, ela surge de repente. Vem uivando pelo ar gelado e rouba minha respiração e me lembra que estou vivendo e morrendo de fome por carinho.
Em momentos como estes, quando nos sentimos intensamente sozinhos, é difícil não pensar em tudo o que foi. É difícil não se perder em relacionamentos antigos ou em pessoas que um dia amamos, e que por alguma razão não nos escolheram. É difícil não ansiar por essas pessoas - ou, com mais precisão, desejar a maneira como nos sentimos e como imaginamos um futuro com eles.
O que mais sinto falta, às vezes, é a de ter a presença de alguém, ou a sensação de poder encostar a minha cabeça em seu ombro. Sinto falta de beijos recíprocos no quais há uma troca de calor por igual - o tipo que pode te levar a qualquer lugar ou a lugar algum, mas que nos faz parar no tempo.
Quando a solidão bate, às vezes eu receio que meus dias sejam medidos pelo número de semanas que se passaram sem beijar, o número de meses em que não estou sendo acolhida e amada e quanto tempo se passou entre os toques mais casuais.
Algumas manhãs, a falta me agarra pela garganta antes mesmo de estar completamente acordada. Sento-me para observar as paredes frias desta prisão e anseio por mais do que isso.
A solidão é muito mais profunda do que apenas a ausência de carinho físico. Às vezes, quando se aproxima de nós, também está cheias de anseio por conexão, por conversa, por algum tipo de garantia de que alguém nos veja. É uma emoção difícil de curar sozinha, e alguns tipos de solidão são tão profundos e duram tanto tempo que são difíceis de curar.
Quando sentimos a mais profunda solidão - quando estar sozinho lembra mais prisão do que liberdade - aqui estão algumas maneiras que costumo usar para me ajudar a redefinir, ou, pelo menos, enfrentar a tempestade:

1. Reconheça seus sentimentos.

Passamos muito tempo negando a nossa solidão, admitir que a sentimos nos torna fraco e vulneráveis. A solidão é tão válida como uma emoção humana como qualquer outra, e, claro, vamos nos sentir sozinhos quando estamos, de fato, sozinhos.
Precisamos parar esconder esse sentimento dentro da culpa e da vergonha e deixar que seja uma emoção como muitas outras que experimentaremos.

2. Use este tempo solitário para se cuidar.

Às vezes, descuido da minha alimentação por me sentir solitária, o que muitas vezes contribui para eu me sentir ainda mais cansada e desabar. Precisamos comer alimentos nutritivos, descansar tanto quanto pudermos e, em geral, cuidar melhor de nós mesmos quando estamos nos sentindo sozinhos. Todos me conhecem por tomar banhos longos, por fazer refeições rápidas e simples, porém nutritivas, por assistir filmes e ler bons livros muitas vezes acompanhados por um copo de vinho quando me sinto solitária.
Em vez de me concentrar em apenas uma área de autocuidado, crio vários rituais de como eu posso para me dar algum conforto emocional. As vezes apenas passar um creme não mãos me faz lembrar do meu próprio valor.

3. Encontre uma saída para aliviar o sofrimento.

Eu sei o que deves estar pensando: companheirismo e sexo fazem parte dessa lista. Mas, na ausência desses pontos podemos encontrar outras maneiras de nos expressar e depositar essa energia. Eu amo caminhar e andar de bicicleta. Isso me surpreendeu porque no início foi uma tortura quando comecei. Eu só queria perder alguns quilos, e em vez disso eu descobri a alegria.
Também levanto pratico yoga, medito e muitas vezes desenho ou escrevo, e, também quando posso saio para passear na natureza.
Se você não é uma pessoa que curte o ar livre ou sugiro mesmo a expressão artística é uma saída fantástica. Desenho, colorir, pintar, escrever, criar, não importa faça o que for necessário.
Vá buscar uma maneira de expressar sua criatividade e sua força vital de alguma forma. É terapêutico expressar essa energia.


4. Forneça uma perspectiva.

Quando estamos solitários, é fácil querer entrar em contato com um ex ou voltar para uma estrada que sabemos que não é saudável para nós, porém precisamos parar. A verdade é que nada está impedindo ninguém de estar conosco.
Seu Ex não volta porque não quer voltar - ou muitas vezes se ele quer voltar, é de uma maneira inconsistente que não inspira uma ação real. Fato é que se a pessoa que você deseja quisesse estar com você, ela estaria sem desculpas ou motivos, então não se iluda.
Precisamos ser realistas e estar no momento presente e criar um futuro com os fatos que temos - não tentar reescrever o nosso passado ou criar um delírio imaginário apenas porque estamos tristes ou solitários.
Ganhar perspectiva também significa lembrar os aspectos positivos da nossa vida só. Existem liberdades inerentes a serem solteiras, e isso pode nos trazer muitos prazeres nos quais podemos derramar nossas energias para criar o tipo de vida que queremos.

Podemos acompanhar nossos sonhos e moldar nossos dias. Podemos decidir como gastaremos o tempo livre que temos, e podemos realmente nos concentrar em quem somos e o que queremos. Um relacionamento pode nos distrair de tudo isso, particularmente os menos saudáveis. Ser solteiro é muitas vezes um presente, mas nós apenas focamos que desejamos ter alguém.
A solidão é uma dessas emoções que vão se espalhar e fluir. Eu acho estranho a frequência com que me sinto satisfeita com minha vida de solteira, mas, de repente, sou atropelada pela solidão. Existem momentos em que me sinto profundamente infeliz, mas não fico chocada ou descontente com esse sentimento, já que sei que a maioria das vezes estou feliz, e, principalmente, também sei que a tristeza, a frustração e a solidão são ocasionais.
Tenho que me lembrar que a solidão é tão temporária quanto qualquer outra emoção, e que preciso aprender a permitir que ela venha e volte com o menor julgamento sendo que preciso vigiar para que eu não a substitua por me sentir com fome ou cansada ou irritada.
Quando deixamos de julgar nossa própria solidão, podemos começar a senti-la. Então podemos aprender a cuidar de nós mesmos através disso, sabendo que um dia quem sabe ela vai desaparecer novamente e que iremos ficar bem. Podemos nos expressar e ganhar perspectivas e aceitar que está tudo bem em se sentir assim.
Não somos inferiores a ninguém. Não é sinal de fraqueza. Nem de vitimização. É apenas mais um aspecto que nos torna humanos.


por Martína Mädche, sou escritora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 

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domingo, 21 de maio de 2017

Apenas brinque e divirta-se comigo - Amores simples e descomplicados...

Brinque e divita-se comigo.




"A vida deve ser vivida como um jogo, uma grande brincadeira!

Por favor, eu te peço faça-me esquecer que somos adultos...

Não me importo se tenho trabalho amanhã, e as crianças estão na cama. Faça-me rir até a minha barriga doer; Me persegua pela casa até que eu não consiga respirar mais, ou pelo menos até eu fingir que não posso, e até eu desmoronar na cama esperando por você...

Apenas me faça rir.

Posso ter linhas de sorriso em torno dos meus olhos, e muitas contas de manhã, mas isso não significa que eu perdi o desejo de brincar . Meu coração é jovem, e parece que a cada ano que passa minha alma só cresce e mas também fica um pouco mais jovem.

Não tenho tempo para o que os adultos costumam olhar ou agir...; Estou muito ocupada tentando ver o quão alto eu posso me balançar, e se eu realmente poderei tocar o céu.

Apenas me faça sorrir.

Vamos brincar de guerrinha de água lá fora enquanto a lua cheia incandesce acima, até cairmos ofegantes com nossas gargalhadas, molhados e enlameado no gramado... as bochechas coradas e olhos que piscam....

E não se surpreenda quando você chegar em casa e houver um mapa do tesouro, espero que você siga para me encontrar no final.

Não olhe para mim e veja a responsabilidade, a maturidade, os objetivos de carreira e uma lista de tarefas - Olhe para mim como a garota que você queria perseguir no recreio quando era criança, a pessoa que você tentou jogar lama para mostrar as minhocas e vermes na tentativa de horroriza-la...

Apenas me provoque.

Espero que você nunca se canse de guerras de travesseiros, e não se importe que eu vá dobrar sua mão para trás e subir em cima de você, a fim de ganhar nossa luta.

Eu sempre vou desafiá-lo, mas não posso ajudá-lo se o resultado final é sempre nós dois juntos...

Espero que você pegue minha mão e brinque de esconde-esconde comigo enquanto o sol se põe em uma noite de verão sensual.

Espero que você não se importe que, mesmo quando estivermos nus e torcendo nos lençóis, eu ainda posso encontrar uma maneira de fazer você rir, porque a única maneira como o prazer poderia ficar melhor é sentir você rir enquanto nos amamos.

Apenas deixe-me sonhar.

Mesmos ficando mais velhos vamos nos permitir sermos bobos, vamos jogar cartas ou play de pijama em um dia chuvoso.
Espero que você ainda me persiga na praia, ou de repente surja um " vamos apostar corrida...!", quando estivermos caminhando pelas margens do rio.

Não importa quantos anos temos, ou quantas rugas marcam nossos rostos. Vou mantê-lo jovem.

Apenas deixe-me ficar livre.

Minha alma deseja o riso, a espontaneidade, a liberdade do vento soprando através de meus cabelos enquanto eu estou correndo ao longo do rio apressada, não porque estou correndo para fazer exercícios, mas porque estou correndo para perseguir você o tempo que passarmos juntos.

Espero que quando as crianças crescerem e saíram de casa para se aventurar neste mundo grande, incrível, nós vamos sentar ao lado da fogueira e jantar lá. Vou ver você rindo tanto que as lagrimas sairão de seus olhos, bem antes de me pegar para beijar e cairmos juntos no chão. Mesmo que seja a centésima vez que isso aconteça, ainda vamos lembrar como foi a primeira vez.

Vamos comer bolo de chocolate nus na cama para o café da manhã e saborear um bom vinho perfeitamente envelhecido enquanto assamos algo ao redor do fogo para o jantar.

Espero que nunca fiquemos velhos demais para brincar ou simplesmente entrar no carro e ir para onde quer que o vento nos levar.

Permita-me vendá-lo e levá-lo para fora sob as estrelas para que você sinta a grama molhada com orvalho em seus pés, o cheiro do mato flutuando no ar e meus lábios e dedos traçando as constelações em sua pele.

Deixe-me mostrar como é esta vida quando nem tudo é regrado e planejado.

Deixe-nos sempre estar nessa leveza e prontos para uma nova aventura.

Então, por favor, apenas brinque comigo . Por favor, por favor? Porque senão a vida fica muito séria....


por 
Martína Mädche, sou escritora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Encontrei minha liberdade depois da separação

Encontrando a liberdade após o divórcio

"Se libertar do passado traz a liberdade para construir um futuro...

Recentemente, estávamos falando sobre escravidão, pois era um dos temas estudados na escola, e isso me fez pensar sobre o meu próprio divórcio e a liberdade que me trouxe.
Não me interpretem mal, não estou defendendo o divórcio. Desejo a todos os casais um conto de fadas um para feliz-para -sempre-depois, e para cada criança uma família segura e amorosa para crescer. No entanto, há momentos em que o divórcio é a melhor ou única opção, e na verdade oferece um monte de valores transitório.

Aqui estão algumas reflexões que fiz durante meu crescimento pessoal após o divórcio:

1. Da dor e do sofrimento para a felicidade e saúde.
Passar pelo divórcio significava inevitavelmente que os últimos anos no meu casamento não eram os melhores. Eles foram marcados por angústia e tristeza sobre o que poderia ter sido, o medo de perder o meu parceiro e a ansiedade sobre um futuro incerto que estava pela frente. Minha saúde sofreu como resultado do trauma contínuo da minha família nos despedaçamos e a depressão foi me atingindo gradualmente.
Crescer e trabalhar meus traumas curaram minhas mágoa e curou uma grande parte da minha tristeza, aprendi o poder da aceitação. O medo cessou quando eu recuperei a esperança de um novo futuro do meu jeito com minhas condições e dentro da minhas possibilidades. Consegui enxergar o aperto do meu passado que me permitiu abraçar a realidade do meu presente e então começar a construir um futuro saudável.

2. Guerra e paz.
Vivia em conflito! Eram argumentações intermináveis e cada vez piores e maiores sobre tudo que é tipo de questões desde as mais simples. Não podíamos concordar mais estávamos obscurecendo nossa existência diária. Eramos bombas que a qualquer momento explodiam em substituição. Estávamos sendo desonestos com nossos sentimentos e ações e percebi que nunca tivemos uma conexão íntima de verdade tudo isso me deixou desiludida em uma trincheira profunda e repugnante.
Vivíamos em desacordo e quando nos separamos por um bom tempo isso continuou, mas aos poucos fui me afastando e estou aprendendo a tolerar nossas diferenças..., pois cada um tem seu espaço privado para recuar e para refletir. Hoje, com certeza me sinto menos ameaçada o que me trouxe uma nova perspectiva para os nossos problemas e me permitiu ver erros que eu precisava corrigir inclusive oferecer desculpas para meu comportamento.

3. Estresse e harmonia.
Viver com estresse constante de um casamento fracassado teve seu impacto sobre mim como dores de cabeça de tensão, espasmos musculares, aumento de peso e depressão e tanto outros sintomas de fundo nervoso, noites sem dormir e dias cansativos malabarismo de maternidade, trabalho e forças para defender-me uma batalha após batalha. Era um ambiente de guerra e desconfiança.
Embora após o divórcio meus fatores de estresse inicialmente aumentaram exponencialmente, o novo status quo me levou a avaliar minhas escolhas de estilo de vida e fazer ajustes para evitar uma completa desagregação. Na minha busca por soluções, descobri maneiras melhores de gerir o stress e manter o meu bem-estar pessoal, independentemente dos altos e baixos da vida.

4. De vítima à uma líder corajosa.
As inúmeras vezes que exclamei: "Como isso aconteceu?" Ou "O que eu fiz para merecer isso?" Ou "Por que eu?" Foi caustico, porque me queimei por inteira. Não tinha absolutamente nenhuma ideia de como lidar com a situação e por estar totalmente equivocada sobre a minha representação legal, fiquei presa em um ciclo de auto-piedade e me considerei como a vítima inocente dessa horrível injustiça.
Desesperada com um divórcio , fiz um acordo que me trouxe inúmeros prejuízos que carreguei com uma penalidade por todos os erros que sofri e cometi. Mas, na verdade tudo que consegui foi um nariz sangrento e um olho roxo, forçando-me a dar uma longa e dura olhada no espelho. A verdade literalmente me atingiu no rosto quando percebi que era a única responsável por mim e como minha vida acabou. Reuni a coragem de sair da escuridão para a luz.

5. Perdi toda minha confiança.
Nenhum de nós se casa com a expectativa de um dia passar por um divórcio, por isso admitir a mim mesmo que eu tinha falhado no roteiro do meu próprio conto de fadas foi doloroso. Me golpeei com a introspecção, procurando o que eu havia feito de errado, onde eu poderia ter feito algo melhor, por que eu não vi isso acontecer, e como diabos iria sobreviver...
Procurei profundamente dentro de mim, consegui, pela primeira vez, descobrir meu valor real, meu propósito e meus maiores valores. Isso me permitiu levantar a cabeça novamente e escolher um novo caminho para escrever o próximo capítulo da minha história com confiança.

6. Ressentimento e perdão.
Meu coração estava poluído de ressentimento em relação ao meu ex-marido que me decepcionara, aos meus sogros (que nunca apoiaram nosso casamento), aos nossos amigos que escolheram os lados e à minha própria família, que foram tão rápidos em dizer " Eu disse a você e que por fim acabaram me "Abandonado e humilhado, eu nutrido meu amargo cinismo.
O impacto do perdão e do auto perdão e me surpreendeu, aprendi a contar com a reciprocidade de outras pessoas. Gradualmente me tornei mais viável e aprendi a deixar de lado o impacto de toda a negatividade. Procurei simplesmente me perdoar pelas coisas que eu desejei nunca ter feito. Desse novo ponto de vista, tornei-me capaz de perdoar graciosamente os outros sem pedir desculpas ou restituição.

7. Culpa e alívio.
Percebendo que não podia mais honrar a vida que eu estava levando ou manter as promessas que fiz para sustentá-la me afundei em auto-culpa. Sempre senti que era minha responsabilidade manter todos juntos, para certifica-me de que todos estavam felizes, mas eu estava falhando miseravelmente. O preço meu marido e meus filhos tiveram que pagar por não ser uma melhor esposa e mãe. Isso se tornou um peso tremendo sobre os meus ombros.
Foi apenas alguns anos depois, quando ouvi os risos espontâneos de meus filhos pela primeira vez depois de tempos, que comecei a acreditar nas decisões e escolhas que fiz. Quando olhei pela janela e senti o alívio emergir de meu peito, eu soube que havia feito o melhor, e a culpa começou a diminuir lentamente.

8. Vergonha e orgulho.
De todas as emoções, sentir me envergonhada por estar me divorciado foi provavelmente uma das mais difíceis. A vergonha de ser uma mãe que deixa seus filhos sofrerem da pior maneira possível, ao optar por me divorciar de seu pai de suas vidas diárias era insuportável às vezes. A vergonha de não ser capaz de concertar e fazer minha família funcionar. Desistindo. Os inúmero erros, erros de julgamento, oportunidades perdidas e dúvidas era tudo vergonhoso, que muitas vezes não podia suportar olhar para frente ou nos olhos dos meus filhos.
A vergonha fertilizou meu crescimento interior, reafirmou a importância vital da honestidade, fortalecer minha compaixão por mães e pais, me obrigou a lutar sempre por algo melhor e perseguir uma vida autêntica, significativa e consciente.
O divórcio quebrou os grilhões do cativeiro de meu próprio coração e mente, e facilitou uma transição atrasada para a verdadeira liberdade. Liberdade para aprender, viver e amar.

Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 

Caso precise entrar em contato: Martína Mädche
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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Quando o mundo desabar - encontre a mulher guerreira dentro de você

E quando tudo desmoronar saiba ser uma fortaleza - , mulheres guerreiras

Estou cansada.

Estou exausta, esgotada sem energias....como eu digo bêbada de exaustão... Não fisicamente, mas mentalmente. Estou cansa ​​de segurar tudo, não só a nossa vida juntos, mas todas os outras. Estou acumulando, drenado tristezas porque estou condicionada a permanecer forte. Mas será que podemos desabar? Para onde vamos cair? A quem recorrer? 
Caímos quando o peso do mundo caiu sobre nós? Durante a noite nos perguntamos quem vamos chamar?

Então olhamos para nós mesmas. Voltamos para nós as únicas que ficaram ao nosso lado - quem é a bela mulher olhando para nós no espelho. É aqui que mora nosso porto seguro. Somos a nossa própria força. Essa é a parte mais difícil de ser uma mulher forte. Todos esperam que saibamos lidar com a nossas "merdas" sozinhas.

Muitas vezes os outros se voltam para nós quando seu mundo está escuro. Nos olham e chamam quando toda a esperança está perdida. Nós devemos ser fortes. Não podemos mostrar o nosso medo. Não podemos expressar a menina assustada, cansada, que está escondida dentro de nós, por isso sofremos. Seguramos o mundo de todos ao mesmo tempo como se fossemos a mulher maravilha.


Sofremos porque sacrificamos cada grama de nosso ser para ter certeza de que nosso povo esta cuidado - que eles estão felizes - que possamos ser a pessoa com quem eles contam. Mas quem nos segura? Às vezes é demais. Às vezes tudo o que queremos fazer é desabar. 


Bem, mulher forte, desaba, quebra. Está bem. Sabemos que é bom desabar, faz parte. É perfeitamente aceitável quebrar e chorar reclamar se permitir extravasar no meio do dia. É perfeitamente normal não reconhecer quem você é. Sentir-se perdida, estar sozinha, assustada e aterrorizada. É, simplesmente, normal e está tudo bem. Você tem permissão para quebrar. Você está autorizada a sentir a dor.


Mas só por um tempo!


Depois de desabar, de dar seus gritos e as lágrimas secarem, é hora de levantar e se reerguer - porque nós somos fortes. Somos únicas e nos mantemos acima de qualquer coisa. Somos únicas e seguimos em frente; As pessoas olham para nós para nossa força e encontram esperança na vida. Somos rochas - quer escolhemos ser ou não. Mesmo não enxergando nossa influência. Somos quem nosso povo olha. Nossas experiências podem ter esculpido nossos corações, construído nossas paredes. Guardamos nossa confiança nas ações e palavras de outras pessoas. Eles podem ter moldado nossas atitudes, mas, independentemente, essas experiências permitiram que nosso povo confie em nós.


Somos as que aparecem. Somos as únicas que respondem a seus telefonemas de choro e desespero no meio da noite. Somos os que sempre aparecerão. É simples. Nós apenas, simplesmente, aparecemos .


As pessoas recebem uma jornada pessoal na vida antes de nascerem, e a nossa deve ser ser forte. Temos lutado batalhas que não queriam lutar. Nos sacrificamos por coisas que não deveríamos. Infelizmente, nós desistimos de parte de nós mesmos para proteger nosso povo.


Mas você é humana, minha mulher doce e forte. Você está viva. E você deve lembrar a si mesma que você está autorizada a sentir. Você está autorizada a lutar, mas é também permitido desabar. Mas temos que continuar a dança e temos que seguir em frente.


Há belas coisas pela frente . Há aventuras com nosso nome nelas. E há alguém esperando por nós. Há alguém que está pronto para, finalmente, ser sua rocha. Eles estão esperando para serem fortes também. Mas por enquanto, perdoe-se por carregar o peso de todos os outros. Apenas mostre que estás enfrentando a sua jornada. Seja seu próprio guerreiro. Parar de procurar e encontre ele dentro de si mesma.


Quando suas lições forem aprendidas, seu coração estará pronto, e sua mente estará cheia, seus seres humanos virão. Eles aparecerão.


Você não precisa desses seres humanos como precisa da sua integridade, de sua beleza e da sua alma. Mas eles estão esperando. Eles estão prontos para serem seu porto seguro, a sua rocha quando o mundo desabar. E eles estão prontos para serem seu travesseiro quando você cair. A vida é uma porcaria às vezes. Mas também é linda, enquanto nos permitimos vê-la. Encontre a beleza. Encontre a luz. E apenas continue se movendo. Seja sua rocha, mas não se esqueça de permitir-se cair.


A lição mais difícil que aprendi na vida é que é bom dar-me tempo para curar. A vida me jogou pedras uma e outra vez, e eu continuo pegando-as, construindo meu castelo, e caminhando. A nossa força não veio do vacilo e não caímos com qualquer tropeço ou chute. Nós nos tornamos fortes lutando e usando essas rochas para nos segurar.


Só não se esqueça de você. Você é linda, louca, forte, sensual, humanitária.


Você é mulher forte, é o que torna esta vida linda. Você é o que todos precisam em sua vida. Você é a razão do sol, da lua e da terra. Você faz o vento dançar é a força do raio e do trovão. Você é uma força a ser contada, e você é forte como as ondas da tempestade mais feroz. Mas você também é tão frágil quanto as asas de uma borboleta. Você precisa de tempo para se sentir e se lembrada que você não precisa carregar o peso do mundo em seus ombros. Você é humana. Então sinta. Deixe-se quebrar. Chore, grite de seus faniquitos. Mas lembre-se de respirar. Respire, e deixe tudo ir.


Só não esqueça de ficar de pé. 
Adaptação de um texto de Stephanie Nemchik 
por Martína Mädche

Martína Mädche, sou fundadora do blog, sendo que este projeto busca inspirar e transformar as vidas de pessoas. Tenho familiaridade com as conversas internas que temos. Conheço pessoalmente o diálogo interno negativo que e se manifesta a vergonha em tudo: relacionamentos, comunicação, parentalidade, o caminhar da vida. Através de minhas experiências familiares e profissionais, procuro ajudar homens e mulheres a percorrerem o processo de libertar-se de suas lutas internas. Nesse blog encontrarão orientações, diversas práticas e treinamentos que visam dar apoio  em momentos de conflito e crise familiares. 

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